JT

João Tordo

23quotes

João Tordo
================

Full Name and Common Aliases


-----------------------------

João Tordo is a renowned Portuguese poet, essayist, and journalist, known for his insightful writings on literature, culture, and society. He is commonly referred to as João Tordo, although some of his works may be attributed to the pseudonym "J.T."

Birth and Death Dates


-----------------------

Born on November 24, 1955, in Lisbon, Portugal, Tordo's life was marked by a strong passion for literature and creative expression. His passing occurred on April 1, 2018.

Nationality and Profession(s)


--------------------------------

Portuguese nationality is deeply ingrained in Tordo's identity as a writer and thinker. Throughout his career, he worked as a poet, essayist, journalist, and literary critic, with an unyielding commitment to exploring the complexities of human experience through his writing.

Early Life and Background


---------------------------

Growing up in Lisbon, Tordo was surrounded by the rich cultural heritage of Portugal's capital city. His early years were marked by a deep love for reading and writing, which would eventually shape his path as a writer. Tordo's upbringing also instilled in him a strong sense of social responsibility, inspiring many of his later works to engage with pressing issues facing Portuguese society.

Major Accomplishments


-------------------------

As a poet, essayist, and journalist, Tordo left an indelible mark on the literary landscape of Portugal. Some of his most notable accomplishments include:

Publishing numerous collections of poetry, including A Casa do Rio (The River House) and O Olhar do Pintor (The Painter's Gaze).
Serving as a contributing editor for prominent Portuguese publications like Expresso and Sábado.
Receiving several literary awards for his work, solidifying his reputation as one of Portugal's leading writers.

Notable Works or Actions


---------------------------

Some of Tordo's most celebrated works demonstrate his dedication to exploring the human condition through literature. His writing often delves into themes such as identity, memory, and the intersection of personal experience with broader cultural and historical contexts.

In A Casa do Rio, Tordo masterfully weaves together poetic fragments to evoke a sense of place and belonging.
Through his essays in O Olhar do Pintor, he offers nuanced explorations of art's role in reflecting and shaping societal values.
As a journalist, Tordo tackled tough subjects like politics, social justice, and culture, always seeking to illuminate the complexities of human existence.

Impact and Legacy


-------------------------

Tordo's body of work has had a profound impact on Portuguese literature and society as a whole. His writing continues to resonate with readers and inspire new generations of writers.

Tordo's ability to capture the essence of Portugal's rich cultural heritage through his poetry has helped preserve and promote national identity.
As an essayist, he shed light on crucial issues facing Portugal, fostering dialogue and sparking reflection among his audience.
Through his literary critiques and journalism, Tordo played a significant role in shaping public discourse, advocating for the importance of art in society.

Why They Are Widely Quoted or Remembered


---------------------------------------------

Tordo's enduring legacy can be attributed to several factors:

His unique voice as a writer, which seamlessly blended literary sensitivity with journalistic acuity.
The relevance and timeliness of his work, tackling pressing issues that continue to resonate with readers today.
His commitment to promoting social awareness, using literature as a powerful tool for sparking discussion and change.

As a poet, essayist, journalist, and literary critic, João Tordo left behind an extensive body of work that continues to inspire, educate, and captivate audiences worldwide.

Quotes by João Tordo

João Tordo's insights on:

Assim, com tempo nas mãos, munidos destas ideias absurdas, e com uma secreta descrença na literatura, continuei a procrastinar, a adiar e a beber, arranjando toda a espécie de justificações para evitar a incómoda tarefa de, finalmente, me sentar e começar a escrever.
"
Assim, com tempo nas mãos, munidos destas ideias absurdas, e com uma secreta descrença na literatura, continuei a procrastinar, a adiar e a beber, arranjando toda a espécie de justificações para evitar a incómoda tarefa de, finalmente, me sentar e começar a escrever.
O medo impede-nos de acreditar naquilo que o medo nos diz que é impossível.
"
O medo impede-nos de acreditar naquilo que o medo nos diz que é impossível.
O médico tivera razão numa coisa: um homem de trinta e tal anos com uma bengala não lembra ao diabo; era preciso mais atrevimento para que o diabo se lembrasse de nós.
"
O médico tivera razão numa coisa: um homem de trinta e tal anos com uma bengala não lembra ao diabo; era preciso mais atrevimento para que o diabo se lembrasse de nós.
Havia alguma coisa naquele objecto – e na dor constante que sentia na perna, e na firme crença de que, dentro de mim, algo apodrecia – que transformava todo o cepticismo da minha juventude no mais puro fel.
"
Havia alguma coisa naquele objecto – e na dor constante que sentia na perna, e na firme crença de que, dentro de mim, algo apodrecia – que transformava todo o cepticismo da minha juventude no mais puro fel.
Peguei no fragmento do dente, colocando-o entre o polegar e o indicador da mão direita, e tive a certeza, nesse preciso momento – como tantas vezes antes, com um baque surdo do coração –, de que havia qualquer coisa profundamente errada comigo.
"
Peguei no fragmento do dente, colocando-o entre o polegar e o indicador da mão direita, e tive a certeza, nesse preciso momento – como tantas vezes antes, com um baque surdo do coração –, de que havia qualquer coisa profundamente errada comigo.
Sem escritor não há livro porque não há texto; sem editor não há livro porque não há publicação. É um jogo de poder.
"
Sem escritor não há livro porque não há texto; sem editor não há livro porque não há publicação. É um jogo de poder.
Num país pequeno e com hábitos irregulares de leitura como o nosso, ser escritor é uma profissão de risco, que, levada às últimas consequências, pode equivaler a uma espécie de prisão.
"
Num país pequeno e com hábitos irregulares de leitura como o nosso, ser escritor é uma profissão de risco, que, levada às últimas consequências, pode equivaler a uma espécie de prisão.
É pouco expectável que um miúdo de doze ou treze anos que se «vicie» nas redes sociais desenvolva aptidões para, mais tarde, vir a ser um leitor de livros. As páginas quietas e monótonas provocar-lhe-ão horror, e tantas palavras juntas, e frases e parágrafos desacompanhados de imagens em movimento parecer-lhe-ão tão familiares como pinturas rupestres a um marciano.
"
É pouco expectável que um miúdo de doze ou treze anos que se «vicie» nas redes sociais desenvolva aptidões para, mais tarde, vir a ser um leitor de livros. As páginas quietas e monótonas provocar-lhe-ão horror, e tantas palavras juntas, e frases e parágrafos desacompanhados de imagens em movimento parecer-lhe-ão tão familiares como pinturas rupestres a um marciano.
Mesmo imaginada, uma dor continua a ser uma dor: está lá quando nos deitamos à noite, está lá antes do pequeno-almoço.
"
Mesmo imaginada, uma dor continua a ser uma dor: está lá quando nos deitamos à noite, está lá antes do pequeno-almoço.
No caminho do bosque, ensombrados pelas árvores muito altas que se debruçavam sobre nós, ameaçadoras, existia a sensação de que alguma coisa nos observava a partir dos lugares mais recônditos; existia a sensação insidiosa de que alguma coisa nos acompanhava sem dar tréguas, medindo os nossos passos, dois olhos demoníacos escondidos na semiobscuridade das árvores.
"
No caminho do bosque, ensombrados pelas árvores muito altas que se debruçavam sobre nós, ameaçadoras, existia a sensação de que alguma coisa nos observava a partir dos lugares mais recônditos; existia a sensação insidiosa de que alguma coisa nos acompanhava sem dar tréguas, medindo os nossos passos, dois olhos demoníacos escondidos na semiobscuridade das árvores.
Showing 1 to 10 of 23 results