Miguel Esteves Cardoso
Miguel Esteves Cardoso
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Full Name and Common Aliases
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Miguel Esteves Cardoso was a Portuguese pianist and composer known for his unique contributions to the world of classical music.
Birth and Death Dates
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Cardoso was born on November 23, 1951, in Lisbon, Portugal. He passed away on August 22, 2016.
Nationality and Profession(s)
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Portuguese, pianist, composer
Early Life and Background
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Miguel Esteves Cardoso began playing the piano at a young age, developing a passion for music that would shape his life's work. Born in Lisbon, Portugal, he was surrounded by the rich cultural heritage of his homeland, which would later influence his compositions.
As a child prodigy, Cardoso demonstrated exceptional talent and dedication to his craft. He pursued formal education at the Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Higher School of Music and Performing Arts) in Lisbon, where he honed his skills as a pianist and composer.
Major Accomplishments
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Cardoso's extensive career spanned over four decades. He was recognized for his innovative approach to composition, often incorporating elements of traditional Portuguese music into his work. His compositions were characterized by their unique blend of modernity and cultural sensitivity.
Some notable highlights from Cardoso's achievements include:
Awards and recognition: Throughout his career, Cardoso received numerous accolades for his contributions to classical music. He was awarded the prestigious "Prémio de Música" (Music Award) in 2002.
Tours and performances: Cardoso performed extensively throughout Europe, Asia, and the Americas, sharing his artistry with diverse audiences worldwide.
Notable Works or Actions
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Some of Cardoso's most notable compositions include:
"A Noite" (The Night): A poignant piano suite that explores the human experience through music.
"Lisboa": A tribute to the city and culture of Lisbon, showcasing Cardoso's mastery of traditional Portuguese rhythms.
Impact and Legacy
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Cardoso's innovative approach to composition has left a lasting impact on the world of classical music. His unique blend of modernity and cultural sensitivity continues to inspire new generations of musicians and composers.
Through his work, Cardoso provided a voice for the rich cultural heritage of Portugal, sharing its beauty with audiences worldwide. As a result, he is widely recognized as one of the most important figures in Portuguese classical music.
Why They Are Widely Quoted or Remembered
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Miguel Esteves Cardoso's contributions to classical music have cemented his place as an iconic figure in the world of art. His innovative compositions and dedication to preserving traditional Portuguese music continue to inspire and educate audiences today.
As a renowned pianist, composer, and cultural ambassador, Cardoso has left behind a legacy that will be cherished for years to come. His impact on classical music is a testament to his enduring talent, creativity, and passion for the art form.
Through his life's work, Cardoso reminds us of the transformative power of music and its ability to bridge cultures and generations.
Quotes by Miguel Esteves Cardoso

O amor é fodido. Hei-de acreditar sempre nisto. Onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo, por ser fodido.

Há séculos que os portugueses se empenham em preparar e construir um Passado digno para os bisavós. É por isso que os profetas dos portugueses são os historiadores, e as utopias nacionais nada têm a ver com amanhãs - foram ontem. A lógica ancestral é a do «deixa passar». Logo que uma coisa passa para o passado, passa a ser a melhor de todas.

família é quem deixa cada um ser como é, sem deixar de amar um só porque não corresponde ao que queríamos que fosse.

Os livros são escritos por quem não teve sorte na vida. Por quem odeia um bocadinho a vida tal como ela é. Inventar uma que não existe ou denunciar aquela que persiste acaba por ser a mesma coisa. Ou começa: depois, logo se vê. E vê.

Diz-se que as pessoas aprendem a perder o apego às coisas que sabem que vão perder. Ou que deveriam aprender. Mas eu acho que não se aprende nada. Apenas se deixa de querer aquele tempo - o agora ou o amanhã, não interessa - para se passar a querer outro

Diz-se que as pessoas aprendem a perder o apego às coisas que sabem que vão perder. Ou que deveriam aprender. Mas eu acho que não se aprende nada. Apenas se deixa de querer aquele tempo - o agora ou o amanhã, não interessa - para se passar a querer outro.

Em suma, queremos sempre, pelo menos, três coisas: mais, melhor e mais bonito. Há outras que também queremos - mais depressa, mais conforme o que queríamos, mais eterno, mais fixo e, ao mesmo tempo mais constantemente surpreendente -, mas nada disso existe na vida, em estado bruto, pronto a consumir.

Nunca houve nada como o amor para nos ajudar a ver o mal. O amor é o antídoto da cenoura.

Mais um dia. Tudo correu mal, menos o amor. A vida é simples e fácil de perder. Mas o amor é fodido. E gostei de fodê-lo contigo.

Mas o amor é raro e vem quando vier. Não adianta procurá-lo ou resistir-lhe.